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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Linha de Crédito para Empreendedor Individual

O SEBRAE preparou um material muito bem feito e condensado sobre linhas de crédito, acesse aqui

A ecocasa de sonho feita com as próprias mãos

A ecocasa de sonho feita com as próprias mãos

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Rede de fast-food cresce após inovar com pratos brasileiros | Notícias | Agência Sebrae de Notícias

Rede de fast-food cresce após inovar com pratos brasileiros | Notícias | Agência Sebrae de Notícias

Dicas para 2011

7 dicas para melhorar o planejamento em 2011 - Consultor do Sebrae-SP dá dicas para fazer um bom planejamento e aumentar as chances de sucesso do seu negócio
Daniela Moreira, de EXAME.com


São Paulo - A falta de planejamento pode ser um erro fatal para o sucesso de um negócio. De acordo com consultores do Sebrae-SP, ele deve estar presente não só no momento da abertura da empresa, mas deve ser revisto e aprimorado ao longo de toda a sua trajetória.

Segundo um estudo do órgão de apoio ao empreendedor, em 2015 haverá uma empresa para cada 24 habitantes no Brasil. Diante deste cenário de competição, não há espaço para amadorismo – é preciso planejar os negócios com eficácia.
Em um relatório divulgado pelo Sebrae-SP, o consultor Reinaldo Messias destacou sete dicas para fazer um bom planejamento. Confira:

1. Coloque suas ideias no papel

O compromisso formal do empreendedor com o negócio é fundamental para o sucesso. “É importante que ele defina o planejamento como um documento operacional, no qual descreve o que pretende e como vai chegar lá, com prazos para cumprir, assim como o investimento necessário para executar”, destaca Messias.

2. Dê um passo de cada vez

Para fazer um bom planejamento, é preciso seguir algumas etapas. “O empreendedor deve avaliar a oportunidade que pretende aproveitar, com olhar financeiro do investimento, lucro e prazo de retorno. Também calcular os recursos, financeiros e humanos, necessários para pôr o plano em prática”, destaca.

3. Defina prazos

Não basta definir quais são as tarefas que devem ser executadas - é importante determinar prazos para cada uma delas no plano. “Estabeleça prioridades, defina procedimentos, faça uma coisa de cada vez. Falta de objetivos claros e reuniões desnecessárias são alguns dos mais famosos desperdiçadores de tempo”, aponta o consultor.

4. Faça um monitoramento constante dos planos

O planejamento não pode ser estático – ele não é feito para ficar guardado em um arquivo no computador. “Ele deve ser validado, de tempos em tempos, pelos resultados que vai oferecendo. Caso os cenários e as condições mudem, os planos devem acompanhar a mudança”, recomenda Messias.

5. Seja claro e objetivo

A linguagem de um planejamento deve ser clara o suficiente para que qualquer um entenda, mesmo que você não pretenda dividi-lo com ninguém. “Ainda que não tenha um sócio, discuta com outra pessoa, como um amigo ou consultor, suas ideias, antes de arriscar tudo somente pelo seu ponto de vista”, adverte o consultor.
6. Fique atento às ameaças

Um planejamento ruim pode colocara empresa em risco, especialmente em situações de crise. “Quando o momento econômico é de crescimento, um planejamento incorreto pode até mesmo ser encoberto por condições favoráveis. Entretanto, quando os mercados se tornam mais competitivos e restritivos, um planejamento incorreto pode colocar em risco recursos financeiros preciosos, e até mesmo levar ao fim das atividades da empresa”, alerta Messias.

7. Tenha sempre um plano B

Evite apostar tudo em uma única estratégia. “Tenha sempre na manga medidas para conter eventuais imprevistos, que podem comprometer o objetivo final. Uma dica é nunca consumir todo capital disponível (dinheiro, tempo e recurso) para apostar numa nova idéia”, conclui o especialista.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Que venha 2011

O novo ano promete!! Ações em Empreendedorismo e RH vão alavancar o país!
São Paulo - Os proprietários de micro e pequenas empresas (MPE) paulistas estão otimistas em relação à evolução do faturamento de sua empresa e do nível de atividade da economia brasileira para os próximos seis meses, conforme pesquisa elaborada pelo Sebrae São Paulo em parceria com a Fundação Seade.

De acordo com o estudo, 62% dos empresários esperam aumentar ou manter o nível de faturamento para os próximos seis meses, enquanto somente 1% espera a queda. Com relação à atividade econômica, 61% têm a expectativa de aumento ou manutenção do nível de atividade atual, ante apenas 1% que acredita em queda.

O nível de incerteza dos empresários, tanto em relação ao aumento de faturamento quanto ao nível de atividade econômica do País, aumentou durante o ano, chegando a 37% em novembro (último dado disponível). As possíveis causas são o fato de as MPE terem apresentado aumento de faturamento há 13 meses consecutivos, o impacto dos aumentos dos juros básicos da economia (Taxa Selic) ocorridos no primeiro semestre de 2010 e a redução no ritmo de crescimento da economia brasileira no segundo semestre deste ano.

Como as micro e pequenas empresas têm o mercado interno como seu maior cliente, os setores que devem se beneficiar do crescimento econômico projetado pelos analistas para 2011 são, provavelmente, comércio e serviços.

Conforme pesquisa divulgada pela Serasa na última segunda-feira (20), 66% dos empresários afirmaram que irão rever para cima as suas estimativas de faturamento para o 1º trimestre de 2011 em relação ao trimestre anterior. Os setores em que os empresários estão mais otimistas são, na ordem, comércio, serviços e indústria.

Na análise por porte, 86% dos empresários das pequenas empresas disseram que vão rever para cima suas estimativas de faturamento. Nas grandes empresas são 83% e nas médias 82%.

Durante o ano de 2010, a maioria dos empresários esteve otimista, porém, esse otimismo foi decrescente: 79% no primeiro trimestre contra 59% no último trimestre.